Estatística de Bose-Einstein

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}} Em um sistema quântico constituído de muitas partículas idênticas com spin inteiro, a estatística de Bose-Einstein, ou estatística BE, é utilizada para descrever o sistema e calcular os valores médios das grandezas físicas.

Em um sistema de N bósons idênticos de massa m, que possuem interação mútua desprezível, contidos em um recipiente de volume V, a uma temperatura T, em equilíbrio, o número médio de partículas n¯s num estado de energia s é dado por

n¯s=gseβ(ϵsμ)1 ,

em que gs é a degenerescência quântica do estado s, ϵs é a energia do estado s, μ é o potencial químico, e β=1/kBT, em que kB é a constante de Boltzmann[1].

Formulação matemática

Seja um gás de N partículas idênticas confinadas em um volume V. Sendo Qi o conjunto das coordenadas generalizadas da i-ésima partícula e si o índice rotulador dos possíveis estados quânticos desta única partícula, o estado do gás inteiro é então descrito pelo conjunto de números quânticos

{s1,s2,,sN}

os quais definem a função de onda Ψ do gás nesse estado.

Ψ=Ψ{s1,s2,,sN}(Q1,Q2,,QN)

A estatística BE trata de partículas em que o spin total é medido em unidade inteiras de Predefinição:Mdash os chamados bósons Predefinição:Mdash como, por exemplo, o átomo de Hélio-4 e o fóton.[1] Partículas quânticas são indistinguíveis, ou seja, a troca de duas partículas não altera o estado do sistema. Além disto, a função de onda total para um sistema de bósons é simétrica sobre a troca de duas partículas[1]

Ψ(,Qi,,Qj)=Ψ(,Qj,,Qi)

Como consequência, os bósons não obedecem ao princípio de exclusão de Pauli, não havendo limitação no número de partículas que podem ocupar um dado estado quântico[1]. Tomando este gás a uma temperatura T e que cada partícula está em um estado r de energia ϵr onde há nr partículas neste estado, o gás inteiro possui R estados possíveis. Desprezando as interações mútuas entre as partículas, a energia do gás no estado R será dada por

ER=n1ϵ1+n2ϵ2+=rnrϵr

em que a soma se estende sobre todos os estados r possíveis de uma partícula[2]. Como o número de partículas é fixo, também temos que

rnr=N

A função partição Z do gás será dada por

Z=ReβER=Reβn1ϵ1+

Essa soma é sobre todos os estados R possíveis do gas inteiro, isto é, sobre todos os possíveis números n1,n2,n3,[2]. Como exp[β(n1ϵ1+n2ϵ2+...)] é a probabilidade relativa de encontrar o gás em um estado partículas onde há n1 partículas em 1, n2 em partículas em 2 e assim sucessivamente, pode-se escrever o número médio de partículas em um estado s como

ns¯=Rnseβ(n1ϵ1+)Reβ(n1ϵ1+).

Somando todos os possíveis valores de ns, usando a propriedade multiplicativa da exponencial e rearranjando, pode-se escrever ns¯ como

ns¯=nsnseβnsϵsn1,n2,(s)eβ(n1ϵ1+)nseβnsϵsn1,n2,(s)eβ(n1ϵ1+)

em que o sobrescrito (s) no somatório indica a soma com exceção do estado s em particular. Adotando a notação:

n1,n2,(s)eβ(n1ϵ1+)=Zs(N)

A restrição de N fixo implica que se uma partícula está no estado s, a soma (s) se estende pelas N1,N2, partículas restantes que podem ser colocadas nos estados nr=1,2,3,. Ao executar explicitamente a soma sobre ns¯ ter-se-á[3]

ns¯=0+eβϵsZs(N1)+2e2βϵsZs(N2)+Zs(N)+eβϵsZs(N1)+2e2βϵsZs(N2)+

Estabelecendo a seguinte relação entre Zs(NΔN) e Zs(N) onde N>>ΔN

lnZs(NΔN)=lnZs(N)lnZsNΔN=lnZsαsΔN

em que

αs=lnZsN

e portanto,

Zs(NΔN)=Zs(N)eαsΔN

Mas como Zs(N) é uma soma sobre muitos estados, espera-se que a variação de seu logaritmo natural com o número total de partícula seja imperceptível para o qual um estado particular s seja omitido da soma[3]. Vamos introduzir a aproximação de que αs é independente de s, então podemos só escrever αs=α para todo s[3]. Logo,

α=lnZN

Do ensemble canônico, sabe-se que essa derivada parcial resulta em βμ, em que μ é o potencial químico do gás[3]. Portanto,

α=βμ

Substituindo estes resultados em ns¯ teremos

ns¯=eβ(ϵsμ)Zs(N)+2e2β(ϵsμ)Zs(N)+Zs(N)+eβ(ϵsμ)Zs(N)+2e2β(ϵsμ)Zs(N)+

Cancelando Zs(N) ter-se-á

ns¯=eβ(ϵsμ)+2e2β(ϵsμ)+1+eβ(ϵsμ)+2e2β(ϵsμ)+

Que é uma série geométrica. Usando a função partição de acordo com[3] isso resultará em

ns¯=1eβ(ϵsμ)1

Se o estado s é degenerado com degenerescência gs então o número médio de partículas com energia ϵs é obtido multiplicando a expressão anterior por gs. Finalmente,

ns¯=gseβ(ϵsμ)1

A estatística de Bose-Einstein reduz-se à estatística de Maxwell-Boltzmann para energias: (ϵsμ)>>kT[4][5].

Gás de fótons

Um caso especial da estatística de Bose-Einstein é o gás de fótons. Fótons possuem spin inteiro igual a 1, então desta forma são considerados bósons. O caso é especial devido ao fato de que se considerarmos vários fótons dentro de um recipiente com volume V, o número destes fótons não será constante, pois conforme estes fótons interagem com as paredes do recipiente estes são absorvidos ou emitidos. Desta forma, não podemos impor um vínculo ao número total de fótons no sistema. Neste caso, precisaremos realizar as somas sobre todos os possíveis números de partículas em cada estado, da forma[6]:

nr=0,1,2,3,... para todo r.

A função partição para o gás de fótons é dada por:

Z=Reβ(n1ε1+n2ε2+...)

No qual R são todos os estados possíveis do gás. Como não há vínculos agora para o número de partículas por estado, podemos utilizar as propriedades das funções exponenciais e reescrever a soma acima como:

Z=n1,n2,...eβn1ε1eβn2ε2...

Ou ainda:

Z=(n1=0eβn1ε1)(n2=0eβn2ε2)...

Como não há restrição para o número de fótons, as somas acima são consideradas até um número muito grande de partículas por estado de energia, no qual matematicamente isto se traduz a realizarmos a soma até o infinito, embora fisicamente, estejamos carregando a soma até um número muito grande de partículas. Como estamos tratando de uma exponencial com argumento negativo, após um certo valor os termos serão desprezíveis, não tendo problemas com divergências. Se olharmos com cuidado para as somas dentro dos colchetes acima, percebe-se que podemos escrevê-las como abaixo:

n1=0eβn1ε1=1+eβε1+e2βε1+...=(11eβε1)

Ou seja, cada termo é uma soma geométrica. Assim, podemos reescrever a função partição da seguinte forma:

Z=(11eβε1)(11eβε2)...

E o logaritmo natural da função partição, que é o qual estamos interessados é dado por:

lnZ=rln(1eβεr)

Nosso próximo objetivo agora é encontrar o número médio de partículas em um estado de energia εs. Tal resultado pode ser obtido através da expressão abaixo[6]:

ns¯=1βlnZεs

Realizando a derivação do logaritmo natural da função partição, temos o resultado abaixo:

ns¯=eβεs1eβεs

O resultado acima é este pois a única derivada que não é zero é o termo da soma no qual r=s. Podemos simplificar o resultado acima, multiplicando e dividindo a expressão acima pela exponencial com o mesmo argumento, porém positivo, e assim obtemos o importante resultado dado por:

ns¯=1eβεs1

Este resultado é conhecido como a distribuição de Planck, e fornece o número médio de fótons em um determinado estado s. Uma das aplicações mais famosas do resultado acima é no problema da radiação de corpo negro.

Radiação de corpo negro

Predefinição:AP

Radiância espectral
Radiância espectral em função da frequência

Todo corpo a uma temperatura T emite radiação eletromagnética. A distribuição de Planck fornece o espectro de emissão para uma classe especifica de corpos, os chamados corpos negros, definidos como os corpos que absorvem toda a radiação incidente. Pode-se modelar um corpo negro como uma cavidade metálica com volume V, tal que haja apenas um pequeno orifício em uma de suas paredes. Logo, esta cavidade absorve toda a radiação que entra por ali, e radiação emitida pelo orifício que é oriunda das emissões a partir das superfícies internas da cavidade se comporta como se fosse um corpo negro.[7]

Busca-se a chamada radiância espectral RT(f)df, que fornece a potência irradiada por unidade de área com frequência entre f e f+df pelo corpo estudado a uma data temperatura. Através de uma análise física do problema, pode-se mostrar que a radiância espectral está diretamente ligada com a densidade de energia dentro da cavidade. A relação entre as duas grandezas é dada por:

RT(f)=c4uT(f)

Pode-se então obter a densidade de energia, e assim resolve-se o problema da mesma maneira. A densidade de energia pode ser obtida a partir da probabilidade de um nível com energia εs estar ocupado por ns fótons, sendo assim se multiplicarmos este valor pelo número de médio fótons por unidade de volume naquele estado, teremos a densidade de energia dentro desta cavidade na forma:[8]

uT(ε)=g(ε)εs¯

Onde g(ε) é a densidade de estados ou degenerescência. Como temos o número médio de fótons em um estado s, basta multiplicar este número pela energia do estado s, assim:

εs¯=εseβεs1

Como os estados do sistema estão muito próximos um dos outros, por conta da cavidade ocupar um volume V macroscópico, podemos tratar as variáveis como sendo contínuas. O número de estados por unidade de volume dentro da cavidade com frequência entre f e f+df é dada por:[9]

g(f)df=8πc3f2df

Sabemos que a energia e a frequência de um fóton estão ligado pela expressão de Planck E=hf, desta forma se fizermos a substituição sugerida, obtemos assim a expressão para a densidade de energia dentro de uma cavidade.

uT(f)=8πhc3f3ehfkT1

E a radiância espectral é dada diretamente por:

RT(f)=2πhc2f3ehfkT1

Todo o caminho feito para o obtenção do resultado foi a partir da análise das propriedades quânticas e estatísticas de fótons dentro de um volume V, e em equilíbrio térmico a uma temperatura T. Pode-se chegar no mesmo resultado analisando a interação da radiação eletromagnética dentro do volume V com as paredes do recipiente[10].

Comparação entre as estatísticas

Comparação das distribuições de Maxwell-Boltzmann (MB), Bose-Einstein (BE) e Fermi-Dirac (FD).
Influência do potencial químico na distribuição BE.
Influência da temperatura na distribuição de BE.

Nota-se que um sistema de bósons possui uma maior ocupação dos estados, devido aos efeitos quânticos de simetria da função de onda do sistema [11]. Nesta distribuição identifica-se que para o regime (ϵμ)/kT>>1 as distribuições quânticas de Bose-Einstein (BE) e Fermi-Dirac (FD) se aproximam da distribuição clássica de Maxwell-Boltzmann (MB), que representa o regime de baixas densidades e altas temperaturas, ou seja, o limite clássico [12].

Em diferentes valores do potencial químico, nota-se que os estados de menor energia (próximos ao estado fundamental) são os mais populados. Para baixas temperaturas as partículas se concentram nos estados de menor energia. No limite de temperatura tendendo a zero, todas as partículas vão para o estado fundamental (s=1), logo, n¯1N enquanto n¯s0 para os demais estados [13]. Já para altas temperaturas, devido à energia térmica do sistema, as partículas tem maior probabilidade de atingir estados mais energéticos.

Condensação de Bose-Einstein

O condensado de Bose-Einstein é uma fase da matéria formada por bósons a uma temperatura muito próxima do zero absoluto. Nestas condições, uma grande fração de átomos atinge o mais baixo estado quântico, e nestas condições os efeitos quânticos podem ser observados em escala macroscópica. Sistemas em baixa temperatura ou com densidade relativamente alta de partículas são mais prováveis de apresentarem comportamentos quânticos, mesmo em sistemas onde a interação intramolecular é desprezível[14].

Temperatura crítica para um gás ideal de bósons

Um gás ideal de bósons não está sujeito ao princípio de exclusão de Pauli. Logo, os bósons podem se condensar no seu estado de menor energia. A densidade de estados g(ϵ) é dada por,

g(ϵ)=V4π2(2m)323ϵ1/2

Logo, o número de partículas N pode ser reescrito como

N=0g(ϵ)eβ(ϵμ)1dϵ

A distribuição continua pode ser utilizada pois os níveis do sistema quântico discreto são numerosos e estão muito próximos. Portanto,

N=V4π2(2m)3230ϵ1/2eβ(ϵμ)1dϵ

Porém, como a integração dar-se-á de ϵ=0, a informação do estado fundamental é perdida. Todavia, quando a temperatura do sistema diminui, o potencial químico aumenta, e o número de partículas no estado fundamental é dada por [15]

N0=1eβμ1

Seja o número de partículas em estados excitados dado por Ne, temos

N=N0+Ne

N=1eβμ1+V4π2(2m)3230ϵ1/2eβ(ϵμ)1dϵ

Porém, para temperaturas muito próximas de zero NN0, ou seja,

N1eμkT1

Variação da temperatura de No/N (preto) e de Ne/N (vermelho) para uma gás ideal de bósons.

E, considerando N grande,

μkTln(1+1N)1N

Logo, eμ/kT1. E Ne se torna,

Ne=V4π2(2m)3230ϵ1/2eβϵ1dϵ

Introduzindo a mudança de variável x=βϵ, temos

Ne=2π(2πmkTh2)3/2V0x1/2ex1dϵ

A integral pode ser escrita em termos da função gama Γ(x) e da função zeta de Riemann ζ(x). De fato, ela é igual a Γ(3/2)ζ(3/2), onde Γ(3/2)=π/2, logo,

Ne=ζ(3/2)V(2πmkTh2)3/2

A temperatura crítica, ou de Bose-Einstein, Tc, é a temperatura em que acima dela todos os bósons estão em um estado excitado, e pode ser encontrada tomando N=Ne, onde T=Tc, assim, da última equação,

Tc=h22πmk[Nζ(3/2)V]2/3

Se 0<T<Tc, a razão de bósons no estado excitado em relação ao total, é

NeN=(TTc)3/2

Consequentemente, a razão para os bósons no estado fundamental é,

N0N=1(TTc)3/2

Hélio líquido

No caso do hélio líquido, que possui uma massa específica de 0,124 g/cm 3 na temperatura de ebulição de 4,2K, sua densidade é 1,87.10 28 átomos /m 3. Tal densidade é muito alta para que a distribuição de Boltzmann descreva o sistema corretamente [16].

Considerando o isótopo mais comum do hélio, o He 4, temos um átomo formado por dois prótons, dois neutrons e dois elétrons, todos férmions de spin 1/2. Entretanto, a combinação dos spins dessas partículas resulta em um átomo com spin zero, ou seja, o He 4 é um átomo de spin inteiro, ou seja, um bóson [15].

Os átomos de hélio interagem apenas através da força de van der Waals, uma vez que é um gás nobre. Essa força é fraca, e como a distância entre os átomos é grande, o mesmo pode ser modelado de maneira simplificada como um gás ideal, como foi sugerido por F. London em 1938 [16].

A temperatura crítica para o hélio líquido, dado pela equação da seção anterior, é de aproximadamente 3,14 K, próxima da temperatura do ponto λ do hélio superfluido (2,17K). Isto é uma consequência da semelhança que a fase superfluida do hélio possui com um gás ideal de Bose na fase condensada, mesmo sendo pouco realista desprezar as interações entre as partículas num líquido quântico [15].

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 Predefinição:Citar livro
  2. 2,0 2,1 Predefinição:Citar livro
  3. 3,0 3,1 3,2 3,3 3,4 Predefinição:Citar livro
  4. Predefinição:Citar livro
  5. Predefinição:Citar livro
  6. 6,0 6,1 Predefinição:Citar livro
  7. Eisberg, Robert and Resnick, Robert(1985)."Chapter 1" Quantum Physics, 2nd Ed., Wiley, 1985.
  8. Pathria R.K(1995)."7.2 Thermodynamics of the black body radiation". Statistical Mechanics, Second Edition. Elsevier. ISBN:978-0-12-382188-1
  9. Richtmyer, F.K., Kennard, E.H., and Cooper, John N."5.3 degrees of freedon in an enclosure". Introduction to Modern Physics, 6th Ed, McGraw-Hill, 1969. ISBN 9780070525061
  10. Planck, M. (1914)."Página 42". The Theory of Heat Radiation. Masius, M. (transl.) (2nd ed.). P. Blakiston's Son & Co. OL 7154661M
  11. Griffths, D.J.; 2005. 5.1: Two-Particle Systems, Introduction to Quantum Mechanics. Pearson Education
  12. Pathria, R. K.; 2011. 7.1: Thermodynamic behavior of an ideal Bose gas, Statistical Mechanics. Elsvier.
  13. Reif, F.; 1965. 9.6: Bose-Einstein statistics, Fundamentals of statistical and thermal physics. McGraw-Hill.
  14. Pathria, R. K.; 1996. 7.1: Thermodynamic behavior of an ideal Bose gas, Física Estatística. Editora da Universidade de São Paulo.
  15. 15,0 15,1 15,2 Salinas, S. R. A.; 1999. 10.1: A condensação de Bose-Einstein, Física Estatística. Editora da Universidade de São Paulo.
  16. 16,0 16,1 Tippler, P. A., Llewellyn, R. A; 2001. 8.3: A condensação de Bose-Einstein, Física Moderna. LTC - Livros Técnicos e Científicos S.A.

Bibliografia


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